sábado, 12 de março de 2011

4º)Uma viagem de trem calma?

“Com um apesar de ir embora de um lugar, a tristeza de se perder uma pessoa amada, você deve se perder com tantas coisas que acontecem rapidamente não é? Mas eu já estou acostumado perdi os meus pais novo, decide seguir um caminho diferente. Depois da morte de Elena eu continuei a sguir o meu caminho indo para um lugar mais distante para mim que nunca tinha viajado, ainda mais sozinho, durante dez anos eu andava economizando, e decidi pegar um trem para Londres. Mas eu pensei que seria calmo...”
Na estação a via uma correria de pessoas que iriam pegar um trem em tal hora, Black ficava confuso com toda aquela correria, pois nunca tinha viajado de trem. Ele ficava na fila para poder comprar a sua passagem quando vê uma pessoa misteriosa, ela vestia um, sobretudo marrom com um chapéu que cobria os olhos. Black o observou até poder compra a sua passagem.
Dentro do vagão ele se senta num lugar vazio e esperou até a partida. Com o passar do tempo mais passageiros chegavam e se acomodavam, no vagão que Black estava havia mais nove pessoas, um casal que parecia estar noivo, dois homens que pareciam ser amigos de anos, uma família com posta de um pai e duas filhas, uma mulher que parecia ser uma dançarina e o homem misterioso que Black o tinha reparado na fila para comprar as passagens. Com o esperar de alguns minutos o trem começa a se mover e Black fica o tempo todo de olho na janela. Com o andar o trem passa por um túnel que era longo, demorou cerca de dez minutos para passar ele todo quando o trem sai dele uma pessoa começa a gritar.
-Me roubaram! –gritava a moça que parecia uma dançarina. –Alguém me roubou aqui no trem! –o pavor veio à tona na hora todos começaram a ficar com medo. Até que uma pessoa se levanta e fala num tom forte e calmo.
-Se acalmem eu sou policial e irei resolver esse crime! –disse o homem suspeito que Black desconfiava o tempo todo. –Eu quero que todos se sentem perto para que eu posso os interrogar.
-Hum? – Black só desviou o seu olhar por um segundo e falou num tom frio. –Pra que iremos fazer isso se o criminoso ainda esta no meio de nós? E você já deve saber quem ele é certo Senhor Policial.
-O que você disse? Você é apenas uma criança não sabe de nada. –argumentava o policial se aproximando de Black. –E eu não sou um simples policial, sou inspetor da policia de Londres. Você deveria ter mais educação comigo.
-Hum? –Black simplesmente só olha para o Inspetor por questão de cinco segundos depois volta a olhar para a janela que mostrava uma bela paisagem a sua frente. –Você é que sabe Inspetor mais você esta fazendo muito tumulto.
-Ora seu! –o Inspetor da meia volta e começa a conversar com cada um das pessoas no vagão e no final de tudo, ele fala em voz alta novamente. –Não iremos sair daqui até conseguir resolver esse caso, pois não consegui pistas suficientes.
-Realmente a policia de Londres não serve para nada. –disse Black se levantando do lugar.
-Serio eu estou perdendo a paciência com você moleque.
-O criminoso não esta no meio de nós, e sim escondido. –disse Black olhando atentamente para o rosto do Inspetor. –Na hora do túnel levou questão de dez minutos para que a gente saísse dele certo?
-Sim.
-Então nessa hora, esse casal estava se beijando, os dois homens estavam conversando, esse senhor estava dormindo em quanto suas filhas brincavam, você estava olhando para a mulher que foi roubada e ela estava bebendo alguma coisa, não estou certo? –todos responderam perfeitamente todas as coisas que Black falou, e todas estavam certas. –Mais o que ninguém percebeu é que nesse vagão a uma pessoa a mais não são dez contando comigo, mas são onze, a décima primeira pessoa esta escondida no final do vagão. –Black saca uma arma e atira em direção do final vagão. E uma pessoa sai correndo de lá passando pelo quarto vagão e Black sai correndo atrás dele também junto com o inspetor.
Eles o perseguem por todos os vagões até chegar ao último e Black ainda com a arma apontada para o ladrão e fala num tom calmo e sério.
-Desista se você se entregar recebera uma pena pequena, ou você pode pular agora e ter pequenas chances de sobreviver, ou deixar eu te dar um tiro e sua vida ira acabar rapidamente sem dor. Então qual é a sua escolha? Pense rápido, pois eu estou com um pouco de presa, pois não quero perder o meu tempo com lixo como você.
-Eu me rendo podem me levar. –disse o ladrão, então o Inspetor o algemou e o levou até o terceiro vagão aonde começou toda a historia de rouba e o fez mostrar onde estavam os pertences roubados. –Moleque como você descobriu que eu estava escondido o tempo todo, e como sabia onde eu estava?
-Simples quando eu entrei no vagão fui o primeiro, depois foi à moça que foi roubada, depois uma pessoa misteriosa passa do segundo vagão e vai diretamente pro terceiro, que foi da onde o pai veio com suas filhas, depois os dois homens e depois o Inspetor, nota que todos vieram do quarto pro terceiro você veio do segundo pro terceiro. –dizia Black se sentando no seu lugar novamente e voltando a olhar pra janela. Enquanto todos se levantavam para poder ouvir a explicação dele. –Quando estávamos entrando no túnel eu percebi um barulho de porta se abrindo e escutei passos, e ninguém havia se levantado hora nenhuma para não tropeçar e cair.
O trem parou e Black se levanta e começa a andar em direção a saída do trem até que o Inspetor começa a falar alto.
-Obrigado garoto pela a sua ajuda eu espero te re-encontrar, quando você estiver em Londres me procure, o meu nome é Geoger Broker.
-Muito prazer Geoger, e quem sabe um dia nossos caminhos se encontrem novamente. –Black começava a desembarcar do trem quando falou. –Nunca se esqueça desse nome Black Moon eu irei mudar o mundo.
“Nesse dia eu resolvi mais um caso, realmente eu estava ficando cada vez melhor, mas essa foi a minha primeira viagem, mas não foi calma nem um minuto o Inspetor Geoger Broker é um homem que fala muito alto e é um exibido também mais ele me ajudou a prender um ladrão, tecnicamente tudo que ele fez foi algemar ele e o levar a delegacia. Mas o que será que ira me aguardar a partir de agora? Numa cidade que ouvi falar que a alguns membros da família Trancy.”

quinta-feira, 10 de março de 2011

3º)Um novo adeus.

“Com o passar de toda a confusão com Ross Trancy as coisa se alcamaram por uns dias, eu passei depois de acordar uns tempos na fazenda de Paula, ajudando todos com o que eu podia fazer, até que um dia triste chega naquela casa cheia de alegria Elena consegue arrumar uma doença misteriosa, pelo o que os médicos diziam, ela iria morre em questão de um ano ou menos. Eu conversei com ela em particular, e decidimos nos casar, pois esse era o sonho dela, fizemos de tudo para os preparativos serem perfeitos e em pouco tempo também, no dia de nosso casamento, ela estava linda, todos da pequena cidade vizinha que a família Protik vivia foram, eu ajudava nos afazeres domésticos, enquanto o pai de Elena me treinava em usar armas de fogo, à noite. Com o passar dos tempos chegou um triste dia.”
Elena estava na cama deitada com o seu rosto pálido, todos na casa estavam desorientados, Black Moon ficava lá sentado numa cadeira em frente à cama que Elena se encontrava deitada repousando, até que ela abre os olhos e olha para Black ali parado segurando a sua mão firme.
-Querido pelo visto eu não vou conseguir viver muito. –dizia Elena com uma voz fraca e ainda por cima com um ar doce. –Eu gostaria que você pegasse uma caixa preta que esta dentro do nosso guarda roupa. –Black se levanta e vai até o armário e procura a tal caixa, a encontrando ele a leva para Elena.
-Aqui esta ela por que você precisa dela agora? –perguntava Black com uma curiosidade, e preocupação.
-É que tem uma coisa dentro dela que eu mandei fazer para você meu amor. –Elena tinha em seu rosto um sorriso que fez com que os olhos de Black enchessem de lagrimas. –Eu quero que você a abra e me diga o que você achou.
-Tá legal. –Black começou a abrir de vagar , quando ele abria a caixa, ele percebia que os olhos de Elena começaram a pelo que parecia a brilhar, até que por final Black abre a caixa e vê o que tinha dentro. –Não posso acreditar que você mandou fazer isso pra mim eu adorei.
-Que bom que gostou, eu pensei que você iria gostar de ter alguma coisa pra você se lembrar que eu sempre estarei com você. –dizia Elena que começava a tossir, até que retirou a sua mão da boca e vê sangue. –Pelo que eu vejo meu tempo esta acabando. Meu querido você poderia me dar um beijo e se deitar com migo até eu ir?
-É claro se esse é o seu último desejo eu irei realizar ele com o maior prazer.
-Obrigada.
Black Moon se beija Elena, e se deita com ela, os dois adormecem em um momento a noite se levanta da cama, e vai novamente à caixa e pega o seu presente, um anel que era a sua aliança com a dela, com um uma coisa escrita, ’Amor Me Leve Junto Com Tigo Sempre’, fez com que Black deixasse sua promeça de nunca mais chorar, ele começava a arrumar a sua mochila com algumas roupas e munição, e deixa tudo arrumado para a sua partida em seguida ele põe o seu anel no dedo do meio de sua mão esquerda.
Black deita em seguida, e amanhece e se levanta e da outro beijo em sua amada Elena, ele se vesti para um funeral, e desce as escadas e vê todos também prontos, Paula e Sofia e Renata começavam a subir as escadas com um vestido branco, que Elena usou em seu casamento, enquanto isso Black e o seu sogro estavam lá parados na sala. Com o passar do tempo tudo estava pronto Elena também. Black pega e se levanta do sofá e vai carregar sua falecida esposa no colo e por no caixão, e junto com o seu sogro carregaram o caixão e colocaram sobre a andar, mais dois homens amigos da família Protik ajudaram a levar o caixão sobre o cemitério para que lá ela pudesse ser enterrada com dignidade.
No cemitério todos choravam na perda de Elena, uma menina meia que viveu pouco, não pode descobri muitas coisas na vida, mas pelo menos viveu feliz ao até o ultimo instante. O padre que dizia as ultimas palavras era o mesmo padre que fez o casamento de Black.
-Senhor Black tem alguma coisa a dizer? –perguntava o padre.
-Sim. –respondia Black de cabeça baixa.
-Por favor, fale.
-Elena Protik, você foi à primeira mulher que eu amei em minha vida nunca te irei esquecer, mesmo quando todos descobrimos a sua doença, eu não sai do seu lado nem um instante quando você tinha suas recaídas eu estava lá do seu lado cuidando de você. Até no último instante que você viveu eu pude pelo menos estar do seu lado, Elena eu te amo e adeus, mesmo não podendo te ver de novo eu sempre irei levar com migo as lembranças que tivemos e sempre estarei levando com migo uma pequena parte de você. –no final de suas palavras Black começava a se virar e andar para casa, enquanto o caixão de Elena ia começar a ser enterrado, Paula e suas irmãs conseguem perceber que Black estava chorando.
Black chega a sua casa e sobe as escadas e retira suas roupas e veste umas que ele tinha, senta sobre a cama e calça os seus sapatos, pega no guarda roupa um, sobretudo preto dele. Em seguida ele pega a mochila, e começa a sair do quarto, enquanto desce as escadas estava Paula, Sofia,Renata e seu sogro parados esperando por ele.
-Você esta indo meu filho? –perguntava o seu sogro.
-Já eu não posso mais viver à custa de vocês. –dizia Black com a cabeça baixa.
-Você não vive ou viveu assim. –dizia Sofia. –Só porque Elena morreu é que você decide ir embora.
-Sofia eu nem começo de conversa iria morar aqui por uns tempos, só vivi aqui para aprender a manejar armas com o seu pai. –dizia Black num tom frio.
-Como você ousa falar isso, você até se casou com a nossa irmã mais nova! –gritava Renata e chorando. –Ela morreu pelo menos feliz ao seu lado.
-Renata eu sei muito bem, eu também vivi feliz ao lado dela e de vocês também mais eu ainda tenho umas coisas a resolver com a família Trancy, ou você se esqueceu? Eu prometi vingança. E ainda falta muito pra mim conseguir a minha vingança.
-Então aquela criança que estava chorando, que eu encontrei há dez anos cresceu então. –dizia Paula com um sorriso no rosto. –Depois de me proteger contra um canalha ele cresceu e se tornou um belo homem.
-Paula... –dizia Black com um tom alegre. –Obrigado! Obrigado por tudo Paul, Renata, Sofia, meu pai obrigado por tudo o que vocês me ensinaram! –Black começou a andar para porta, chegando nela ele abre ela e começa de novo a andar para o horizonte para um novo caminho de aventuras.
-Ele se tornou forte, e vai conseguir cumprir a sua promeça, como fez com Elena de ficar junto com ela até que a morte os separe-se. Eu gostaria que ele ficasse pra sempre mais ele ainda tem muita coisa a fazer mais vai manter contato com a gente podem ficar calma meninas. –dizia o pai de Paula se sentando no sofá. –Ele é forte.
“Eu continuei a caminhar por dias sem dormir e nada só pensava na Elena, mais não podia me esquecer da minha promeça de eliminar a família Trancy.”

quarta-feira, 2 de março de 2011

2º)A última lagrima

“Depois que eu prometi a minha vingança, eu tinha que viajar sozinho para encontrar pelo menos um jeito de saber como iria me vingar de uma das mais poderosas famílias, não conseguia pensar em nada, vagava sem rumo eu passei o dia inteiro andando sem saber pra onde eu estava indo, eu pensava comigo mesmo que estava seguindo o vento, mas eu percebia que só estava me enganando mesmo não conseguiria, o peso da realidade caiu sobre mim naquela hora eu tinha me ajoelhado e comecei a chorar sem parar, pensando nos momentos bons que eu tive com a minha família, amigos e parente na minha pequena vila”
Quando Black Moon não parava de chorar não percebia que alguém vinha em sua direção, até que a pessoa estende o seu braço direito e põem sobre o seu ombro dizendo nas mais doces e calmas palavras.
-Menino, por que você esta chorando assim? Esta perdido por acaso? –quando Black olha para trás ainda chorando, ele vê uma bela dama que parecia ter uns vinte cinco anos, seus cabelos eram negros como a noite, seus olhos azuis pareciam com o céu claro.
-Não estou perdido, meus pais foram mortos, minha vila inteira foi morta. –dizia ele com uma voz baixinha e triste ainda.
-Oh minha pobre criança você deve estar muito abalado, você quer ir pra minha casa tomar um bom banho, e um copo de leite fresco? –dizia a bela dama que se agachava para secar as suas lagrimas, com o lenço que tirou de sua cesta. –Você pode me dizer o seu nome bravo cavaleiro?
-B-B-BLA-BLACK Moon. –Black estava começando a parar de chorar ao ver o sorriso da bela dama.
-Black Moon? É um nome um tanto diferente para uma criança ter hoje em dia, mas foram os seus pais que te deram esse nome...
-O nome que os meus pais me deram era outro, mais eu desisti dele na hora que eu deixei a minha vila para enfrentar os assassinos que mataram todos os que eu amo. –dizia Black se levantando e olhando para o crepúsculo, que ele sempre havia admirado. –Essa foi o jeito que eu escolhi viver abandonando o meu nome para ter outro.
-Que belas palavras para um menino corajoso a dizer. –dizia a bela dama com um belo sorriso no rosto.
-Mas qual é o seu nome?
-Meu nome? É Paula Protik muito prazer Black Moon. –com as palavras finais de Paula, Black e ela saem em uma caminhada indo para uma pequena fazenda, a onde Paula vivia com os seus irmãs e seu pais.
Paula era a mais velha das irmãs ela tinha vinte anos, ela tinha mais três irmãs mais novas, Renata de dezesseis anos, Sofia de doze anos e Elena de seis anos, sua mãe faleceu a cindo anos de uma doença, seu pai era um homem risonho, e trabalhador.
Quando Black Moon chega à casa de Paula, ele é bem recebido pelo pai de Paula, ele foi diretamente tomar um banho por que estava todo suado e coberto de sangue, enquanto ele tomava um banho, Paula e suas irmãs preparavam alguma coisa pra ele vestir, elas começaram a olhar o que tinha dentro da mala de Black mais só tinha roupas de seus pais, elas conseguiram arrumar umas roupas do tamanho dele, e deram para ele as vestir.
Quando Black acaba de tomar o seu banho ele desce para a sala de jantar para jantar junto com a família de Paula, quando ele descia as escadas todos da mesa o olharam, Paula tinha um sorriso em seu rosto, Renata estava de boca aberta, Sofia estava com uma cara de que via um conde, e Elena estava completamente apaixonada pelo menino que estava vendo.
-Venha meu filho sente se perto de Elena, ela estava morrendo de preocupação quando viu suas roupas. –Elena começava a ficar com o rosto todo vermelho, mais o pai das meninas estava com um sorriso feliz no rosto que parecia que não tinha dês do falecimento de sua amada esposa. –Sinta se a vontade como se a casa fosse sua!
-Obrigado pela hospitalidade, não sei como eu posso retribuir a hospitalidade de todos vocês. –dizia Black alegre como se nada tivesse acontecido.
-Simples case com a Elena! –gritou Sofia, quando Elena escutou aquilo começou a ficar mais vermelha do que um tomate.
-Isso mesmo Sofia essa é uma boa idéia. –argumentava o pai. –Por que você não se casa com Elena?
-Bem seria uma grande honra mais não posso aceitar agora, porque eu tenho uma missão a cumprir ainda. –dizia Black com uma cara seria que fez todos na mesa se surpreenderem com as palavras de uma criança de sete anos. –Até eu posso prometer em escrever cartas para você Elena da onde eu estiver. –disse Black com um belo sorriso que fez o coração de Elena disparar.
-C-C-C-CLARO! –gritou Elena com o rosto completamente vermelho
-Então é melhor nos comermos senão a comida esfria certo pai? –disse Renata.
Mas do nada a porta tocava e Sofia foi atender pra ver quem era, e quando abriu à porta ela foi jogada para a sala de jantar que fez com que todos se levantassem preocupados, todos escutavam passos que parecia ser de uns três homens e uma risada maléfica.
-Me desculpe por ter te machucado cunhada é que eu sou estabanado mesmo. –disse um homem estranho para Black, ele usava um terno e o cabelo arrumado, com que parece ser dois capangas.
-Ross o que você quer aqui? –disse Paula num tom que parecia estar querendo matar Ross.
-Ora eu vim levar você Paula pra gente se casar! –disse Ross com um sorriso que parecia ser um sorriso forçado.
-Eu disse que não iria me casar com uma pessoa como você. –disse Paula ajudando a levantar a sua irmã do chão. –Elena leve Sofia daqui ela deve estar machucada dela.
-Paula vamos nos casar logo. Eu sei que você só esta se fazendo de difícil pra mim. –dizia Ross com aquele sorriso forçado no rosto ainda.
-Eu já disse isso uma vez e sempre direi não vou me casar com você Ross Trancy! – gritava Paula, mais o que ela não percebia era o rosto de Black Moon quando ouviu que a pessoa em sua frente era um membro da família Trancy.
-Ou você se case comigo... –Ross estrala os dedos dele que fez com que os dois homens que estava atrás dele irem em direção ao pai de Paula. –Ou a sua família morre.
-Então você é um dos membros da família Trancy? –dizia Black com a cabeça baixa e as mãos sobre a mesa.
-Sou sim, e quem é você pra fazer perguntas? Mate ele primeiro.
Black Moon esconde alguma coisa sobre a manga de sua blusa, mas mesmo assim os capangas de Ross comecem a bater nele até ele começar a sangrar. Então aos poucos Ross começa a se aproximar dele e se agacha e diz em alto e bom som.
-Viu isso que dá querer brincar com alguém da família Trancy garoto.
-He! Só isso? Vocês acabaram com a minha vila em instantes, e você acha que isso vai me fazer desistir? –Black começava a se levantar de vagar com a cabeça baixa ainda. –Eu prometi aos meus pais, aos meus amigos, aos meus familiares que só iria volta à vila da “Lua Cheia” quando eu tivesse me vingado da família Trancy.
-Oh então você é um sobrevivente daquela vila patética? –Ross tirava uma arma de entro do seu paletó e apontava para a cabeça de Black. –Então eu devo acabar com a sua vida patética.
-Atire se você for capaz. –dizia Black com confiança em suas palavras, ele começava a colocar a sua mão esquerda sobre o braço que estava segurando a arma. –Você não é homem suficiente para fazer tal coisa você deveria estar morto agora! –grito Black levantando o seu rosto devagar até que Ross conseguiu ver bem, o rosto de Black parecia com um rosto de um demônio cheio de sangue escorrendo.
-Você só pode ser um demônio! –gritava Ross de medo.
-Sou simplesmente um vingador. Eu digo adeus a você Ross Trancy. –Black num tom rápido conseguiu cortar o rosto de Ross.
-V-V-V-VOÊ É REALMENTE UM DEMÔNIO! -Ross começa a correr feito um louco para a porta, e seus capangas também.
-Lembrasse do meu nome Black Moon ele ira destruir a sua família. –quando Black acaba de dizer as suas ultimas palavras, Ross começa a correr pra fora da casa que nem um louco. –Eu prometo que eu me vingarei da família Trancy e nunca mais irei chorar de novo Paula.
-Incrível você cresceu bastante em pouco tempo. –dizia Paula com um sorriso que parecia estar feliz.
-Bem agora me perdoem eu vou... –quando Black ia completar sua ultima frase ele desmaia no chão de tanto apanhar e porque estava morrendo de fome.
“Essa foi a ultima coisa que me lembro desse dia porque passei dois dias dormindo, sempre que podia alguém ia olhar se eu estava bem menos Elena, pois foi ela que cuidou de mim o tempo todo até dormia junto pra me aquecer nas noites frias, esse teria sido um dia que eu poderia ter morrido mais não aconteceu, pois eu achava que tinha muita coisa pra eu fazer.”