quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Adeus

Galegra eu estou postando merda nenhuma eu sei nem sei se esse blog é visto mas mesmo assim depois de ouvir uma verdade sobre blood moon que eu não sei escrever eu decidir parar o projeto que já esta escrito sim eu irei parar mas não se preocupem eu não irem parar de escrevr essa historia simplesmente eu estou a re-escrevendo e mudando e abreçentando coisas que nçao tinha eu escrevia apenas 3 paginas no word mas eu tenho que crescer isso pq eu morro de vontade de mandar publicar para muitas pessoas poderem ler então aguardem o re- lançamento de blood moon e não mudarei os titulos e os nomes dos personagens não^-^
orbigado pela atenção

terça-feira, 21 de junho de 2011

Atraso

Eai galera desculpa pelo atraso desse cap eai fazer um mês que não escrevia eu escrevi hj e aqui esta e até é um pouquinho maior que o normal para vocês apreciarem ^-^

8°) O fim de um começo.

“Alice uma doce menina quem diria que ela faria tanta coisa, mas como o mundo é estranho mesmo tudo pode ter um final feliz?”
-Alice vamos resolver isso lá fora de uma vez por todas! –gritava Black enquanto se levantava e corria em direção da porta que ele destruiu com um tiro de sua arma.
-Ora Blackzinho você esta com medo de mim? –dizia Marika com um sorriso demoníaco em seu rosto.
-Na verdade não, eu quero provar para o mundo que você é uma mentira. –disse Black enquanto pulava da porta para a rua, enquanto Marika o olhava atentamente.
Logo em seguida Marika sai correndo atrás de Black com a sua espada em mãos,quando ela chega à rua, ela percebe que esta deserta ela começa a caminhar devagar, com os passos dela ela não escutava nada, e a noite que era limpa estava com nuvens de chuva.
Uma chuva começa a cair do nada, e Marika não avista ninguém e nem consegue achar Black Moon. Ela chega à torre do relógio da cidade e lá ela vê Black Parado em cima da torre olhando atentamente para onde Marika estava.
-Black Moon o que você esta fazendo ai? Esperando cair um raio sobre você? –perguntava a Marika gritando.
-Eu estou esperando por você para comemorarmos o último dia do festival. –respondia Black num tom calmo e tranqüilo. –Por que você não sobe até aqui e vem aproveitar essa lua linda?
Com as ultimas palavras de Black, Marika começa a correr sobre as paredes da torre, chegando ao telhado. Lá ela começa a olhar atentamente onde esta Black até que vê que ele esta simplesmente em pé olhando para o céu. Ela começa a andar passo por passo tentando não fazer barulho.
-Alice por que você não tenta parar de tentar me matar? Isso não te levara a nada, só a mais matança.
-E eu com isso? Eu fui criada assim, matar as pessoas para sobreviver. –dizia Marika com a cabeça baixa.
-Me conte. –dizia Black enquanto começava a se virar e caminhava devagar até Marika. –Você pode ter sofrido quando mais nova, mas não a porque de você continuar a matar.
-Você não entende no meu nascimento até os dias de hoje eu venho matando pessoas, meus pais verdadeiros morreram pelas minhas mãos como você irar morrer! –Marika pega a sua espada e começava atacar Black sem nenhuma piedade.
Marika atacava Black com um sorriso em seu rosto, mas em certo momento ela parou de atacar e começou a olhar para o céu. Ela parecia que estava procurando alguma coisa que não conseguia ver. Ela começava a procurar desesperadamente.
-Onde esta?! Aonde esta?! –gritava Marika desesperada.
-O que você procura nunca ira conseguir achar Alice. –respondia Black frio como sempre.
-Como você sabe o que estou procurando? –perguntava Marika nervosa, mas com os olhos cheios de lagrimas. –Você não sabe nada sobre mim!
-Pior que sei. Você apenas esta procurando a tranqüilidade que a lua te traz, com isso você começa a ficar desesperada, da uma vontade de chorar por não conseguir achar ela. –explicava Black que caminhava em direção da Marika, enquanto caminhava ele começava a aguardar a sua arma.
Sem reação nenhuma Marika apenas começava a olhar para Black enquanto ele ia a sua direção, com medo ela começa a dar passo de costas. Seus olhos estavam cheio de lagrimas.
-Como você sabe disso tudo? –gritava Marika, ao ver que ainda Black ia em sua direção ela joga a sua espada desesperadamente contra ele mas erra, e Black continuava a se aproximar. –Não se aproxime! –gritava Marika, mas sem ela perceber ela começa a cair da torre do relógio.
-Alice! –gritava Black enquanto pulava para segurar Marika.
-Então é isso o que chamam de morte. Quem diria que eu iria conhecer isso um dia na minha vida, eu queria poder ter visto tantas coisas, conhecer gente nova, amar uma pessoa especial... –pensava Marika.
-Acorde! –gritava para Marika desesperadamente.
-De quem é essa voz? –continuava a pensar.
-Você não pode morrer ainda acorde! –a pessoa não parava de gritar balançando Marika pelos ombros.
-Essa voz é de Black Moon. –pensava Marika.
Deitada no chão Marika começava a abrir os olhos de vagar vendo Black na sua frente segurando a sua mão forte.
-Você também esta no inferno? –perguntava Marika com uma voz meio tremula.
-Inferno? Lá eles não me aceitariam ainda, tenho que cumprir a minha missão antes de ir prá lá. –respondia Black sentando no chão e olhando para o céu.
-O que você esta olhando com essa cara de preocupação? –perguntava Marika enquanto começava a se levantar.
-Estou olhando para a lua ela não esta bela hoje?
-Lua?
-Você não a conseguia ver porque as trevas em seu coração fizeram isso com você, fez você esquecer a sua sanidade e o que é de mais belo no mundo. –respondia Black enquanto começava a se levantar. –Vamos?
-Para aonde? Eu não tenho pra onde ir. –respondia Marika virando a cabeça.
-Disso eu sei, mas por que você não cria um objetivo de vida? Se eu não tivesse criado o meu agora eu poderia estar morto às vezes. –falava Black enquanto começava a esticar a mão para Marika. –Às vezes se precisa de uma ajudinha em escolher alguma coisa eu tive e escolhi, e você vai ficar ai em lagrimas querendo saber se seus poderes vão servir de alguma coisa? Ou simplesmente vai tentar ficar esperando para que o destino bata na sua porta? Cresça e entenda o mundo!
Marika ficava ali parada enquanto Black caminhava em direção a pensão, como a noite acaba o sol vêm em seguida, Black estava na estação comprando a sua passagem enquanto começava a ouvir umas pessoas conversando eram vozes familiares. Black assim que compra a sua passagem ele vê quem estava atrás dele, era Rok e suas filhas.
-Bem Black acho que esta na hora de nos despediremos. –dizia Rok. –O tempo que passamos foi curto, e aconteceram muitas coisas incríveis. Espero que você possa voltar alguém dia para nos visitar.
-Eu posso tentar Rok, mas não garanto nada vai ser difícil a minha jornada agora. –falava Black.
-Tchau Black, tenha cuidado. –dizia Maria.
-Aqui eu e a Maria fizemos esse desenho para você. –dizia Sabrine.
-Eu vou guardar com carinho. –dizia Black enquanto pegava o desenho. –E você veio se despedir de mim Marika? –falava Black sem olhar para trás.
-Não vim me despedir de você. –dizia Marika enquanto caminhava até Black. –Eu vou com você, pois consegui perceber qual é o meu objetivo.
-E qual é? –perguntava Black ainda de costas.
-Te amar e ser feliz com você! –gritava feliz Marika pulando nas costas de Black. –Então eu vou com você Blackzinho! –Marika o beija na bochecha.
“É o fim de uma historia e começo de outra foi assim que eu e Alice do Sangue Negro começamos a viajar juntos.”

sexta-feira, 27 de maio de 2011

7°)Você não tem desculpa mais!

-Vamos Marika fale a verdade. –dizia serio Black enquanto ainda estava sentado com as pernas cruzadas e com a sua mão escorando no escosto da cadeira. –Diga logo que você é Alice do sangue negro.
-Mas como você pode fazer essa acusação? –respondia Marika num tom nervoso.
-Me poupe a história que você contou a todos não era verdade. –diz Black enquanto se levanta.
-Como assim? Não é verdade? –Marika se assusta.
-Bem você disse que eai fazer biscoitos para todos da pensão, mas não tinha farinha e quando chegou, seus pais estavam mortos e você saiu correndo direto pra pensão.
-Mas é verdade. –diz Marika.
-Porém por que não tem ou tinha farinha no chão quando chegamos? Se você tivesse ido comprar farinha, e chegasse em casa e visse os pais mortos, soltaria na hora a farinha e sairia correndo, como sacos de farinhas são finos ele iria simplesmente derramar toda a farinha no chão.Mas como todos só estavam reparando os corpos ninguém reparou o chão. –dizia Black enquanto caminhava e pegava a foto de Marika treinando com espada. Sem resposta Black continuou a fazer a acusação. –Os corpos de seus pais estavam com um odor de podre, mas a um pequeno problema ai.
-Qual?- perguntava Marika enquanto ficava de cabeça baixa.
-O odor de podre só acontece depois de uns dois ou quatro dias que a pessoa morreu, e o odor não acontece em poucas horas, nem em vinte quatro horas .
-Mas você pode esta errado. –dizia Marika tentando fazer sentido na sua defesa.
-Eu vi os meus pais serem mortos, a minha esposa morreu tambem, e o corpos deles não fediam a podre em um dia. –dizia Black virando acabeça para olha prara Marika sem sair do lugar. –O sangue na parede estava seco, preto e sem sabor.
-Como você sabe de tudo isso? –perguntava Marika com a mão sobre o peito.
-Eu não irei dizer pela terceira vez, e a uma coisa també você não é daqui, você e a sua familia não são uma familia mesmo, pelo que eu vi no cartorio da cidade você e nem seus pais, são da cidade e com apenas uma gota de sangue sua eu pude provar tambem que vc não é da familia.
-Como você sabia disso?E onde você conseguiu o meu sangue? –Maria tinha em seu rosto uma face assustada.
-Quando eu conversei com você ontem e te dei o meu quarto eu tirei uma pequena dose em você, que você deve ter achado que era um mosquito qualquer certo? –dizia Black num tom frio que fez Marika ficar cada vez mais assustada.
-Você esta totalmente certo sobre a picada e de meus pais e eu não sermos da cidade. –dizia Marika simplesmente tentando recuar com as suas palavras.
-E pelo que eu pude sentir vc era espancada por sua mãe e abusada pelo seu pai.
-Como você sabe disso!? –diz Marika com uma cara de surpresa.
-Simples da pra ver uns roxos no seu corpo, e pelo jeito que você se comportou hoje parecia que sentia falta de alguma coisa. –Marika ficava sem reação, e Black continuava. –E você pelo visto é japonesa pela foto que tem aqui, ninguém da Inglaterra luta assim com esse estilo de luta com espada.
-Eu aprendi quando mais nova antes de vir para a Inglaterra.
-E agora o final,o sangue da parede é seu você escrevou antes de matar eles, e com uma espada modificada, porque parece que foi serrado os corpos deles.Mas uma pergunta não quer calar, porque você matou eles agora? –perguntava Black agora simplesmente olhando diretamente para Marika. Mas Marika abaixa a cabeça.
-Bem você esta certo em tudo eu sou realmente Alice do sangue negro, eu apanhava da minha mãe adotiva por ser bonita e que fazia o meu pai me querer, pra fazer coisas pevertidas, e tinha uma coisas que eles não sabiam, não sou uma menina delicada, e qualquer. –Marika começa a tirar a blusa dela.
-O que você esta fazendo?
-Você sabia? Que existem humanos que tem poderes? –perguntava Marika com a cabeça baixa e um sorriso no rosto.
-Sim eu sou um deles. –nesse tom frio fez com que Marika olhasse diretamente a Black com o rosto vermelho e um sorriso.
-Então não ira se assustar se eu fazer isso. –Marika coloca a mão sobre o seu ombro, e o perfura com a propria mão, Black reparou que escorria sangue negro dela. Logo em seguida ela estava retirando do seu ombro o que parecia um cabo de uma espada quando ela retira por completo parecia como um bastão.
-Então você matou os seus pais com isso? –perguntava Black calmo como sempre.
-Foi sim mas não esta completo. Até agora. –o bastão que Marika segurava se trasformou em uma espada que era o dobro de tamanho dela. –Preparado Blackzinho?
-Então o seu poder é esse? Parece que na lamina da espada se tem serrinhas.-dizinha Black analisando a lamina a distancia.
-E não é só isso. –de algum jeito as serrar começaram a fazer barulho e elas se moviam rapidamente como se fosse uma serra eletrica. –Você é muito lindo mas tem que morrer porque sabe de muita coisa adeus Blackzinho.
Marika corria em direção de Black, com sua espada passando pela barriga de Black,mas pra sua surpesa Black tinha agachado oq ela tinha cortado ela o sobretudo que ele usava.Black deitado no chão pega a sua arma e começa a atirar em direção de Marika.
-Aonde você esta atirando? -gritava Marika.
-Para a porta para conseguirmos resolver isso rápido! –gritava Black enquanto ainda atirava. –Tiro do dragão!
“Pequenos detalhes fazem a diferença em tudo, uma historia bem contada significa que a pessoa é um contador de historias, ou um mentiroso, mas em todas as historias contadas sempre a um pequeno erro.Esse foi o da Alice”

segunda-feira, 16 de maio de 2011

6°)Alice do Sangue Negro

“O que faz uma pessoa cometer um crime e pensar que ira sair sem punição? Por que uma pessoa iria matar um casal inocente mas deixar sua filha viva? O mundo é cheio de dúvidas.”
Black começa a se levantar vagarosamente do canto da sala onde estavam os corpos decapitados dos pais de Marika. Ele foi caminhando lentamente até chegar perto da lareira da casa que ele vê uma foto, nela estava Marika treinando o que parecia uma luta de espadas. Logo em seguida Black sai da casa olhando pela ultima vez pra os corpos e diz num tom mais triste possível.
-Eu sei que vocês sofreram muito, ainda mais de quem matou vocês, vocês deveriam estar além de ter medo ter chorado até ultima lagrima. Não se preocupem, pois eu logo estarei fazendo com que a pessoa responsável pague pelo que fez, adeus. –Black foi logo a pensão de Rok, no meio do caminho ele via as pessoas ainda felizes com o festival, pois ainda não sabiam sobre o crime cometido.
Ao chegar novamente na pensão ele começa a por sua mão na maçaneta, ele repara que esta sendo observado por alguém mas continua entrar na pensão, logo em seguida ele repara que estava num silencio a pensão que não se ouvia nenhum barulho, Black olha para o relógio e vê que não passava das dez da manhã, até que ele escuta um barulho que vinha do seu quarto que havia ganhado. Ele sai correndo até que vê Marika simplesmente ali deitada no chão que parece que tinha caído.
-Você esta bem? –perguntava Black enquanto se ajoelhava para tentar ajudar a Marika a se levantar.
-Estou sim eu sou apenas distraída, hehehehe. –respondia Marika com um sorriso no rosto, mas no rosto de Black estava serio. –Me diz senhor Black Moon,você passou um noite confortável?
-Eu dormi como posso dizer normal, eu dormir perto dos corpos de seus pais. –disse Black num tom que fez com que a Marika, simplesmente abaixa a cabeça e da um sorriso mas quando elevanta a cabeça fez uma cara de pena.
-Por que você fez isso?
-Bem porque eu vi os meus pais serem mortos na minha frente quando eu tinha sete anos, depois de uma garota que eu amava, acordei ao lado dela e ela estava morta também. Por isso eu não ligo.
-Nossa senhor Black ...
-Não me chame assim eu são sou velho assim. –respondia Black num tom serio enquanto acabou de ajudar Marika a se levantar, mas no rosto de Marika havia simplesmente um sorriso que se parecia feliz.
-E quantos anos você possui então?
-Dezessete.
-Você é mais velho que eu sim eu só possuo quinze.
-Bem aonde esta todo mundo, quando eu cheguei não havia ninguém aqui. –perguntava Black enquanto estava na porta com a mão na maçaneta girando para poder abrir.
-Devem estar na igreja essa hora, pois eles eram os únicos que viram o que aconteceu ontem, devem ter ido ao padre pedir para rezar pra eles descascarem bem. Mas mudando de assunto Blackzinho. –dizia Maria enquanto caminhava até a porta, Black só conseguia ouvir os seus passos, pois ele se encontrava de costas.
-Blackzinho? Você só pode estar de brincadeira Marika. –com essas palavras Black começar a abrir a porta, até que Marika a fecha com sua mão direita,e vira Black e o começa a encarar.
-Blackzinho eu ti vi chegando em ‘Rosh Ville’ e reparei que você era diferente de todos com quem eu já conheci, nessa vila pequena. –dizia Marika lambendo os lábios. –Você tem um jeito diferente, uma vida única, uma historia que faz se interessar por você.
-Você conseguiu reparar isso tudo quando me viu simplesmente enquanto estava parada na frente da loja dos seus pais na hora que eu cheguei na vila.
-Você nem imagina o quanto eu te observei .-no rosto de Marika os seus olhos estavam parecendo que estava sentindo prazer, enquanto conversava com Black se aproximando seu rosto cada vez mais.
-Black Moon você está ai? –Marika e Black escutaram uma voz que vinha do salão de entrada da pensão.
-Quem poderia esta estragando um momento tão bom como esse, eu juro que ele ira pagar por isso. –pensava Marika.
-Já vou. –respondeu Black. –Será que você pode deixar eu descer para ver quem me chama?
-Claro que sim.
Black repare que nos olhos de Marika estavam com raiva de alguma coisa, mas ele continuou indo em direção ao salão de entrada para ver quem o chama, por mais incrível que podia ser Marika o seguia tentando não ser vista, mas Black já sabia que ela o seguia mesmo assim ele continuou a seguir o seu caminho indo em direção do padre da cidade que estava lá o procurando.
Marika tentava de tudo para ouvir o que os dois conversavam mas não conseguiu até que Black e o padre saem da pensão e vão pra algum lugar, Marika começa a correr para ver aonde eles estavam indo. E ela os segue até chegar na festa aonde Black se sentou numa mesa com Rok e suas filhas até a noitecer, logo em seguida ele vai direto para a casa de Marika. Ao chegar lá ela abre a porta, logo em seguida Marika entra também .
-Marika não esta na hora de você parar de me seguir? –falava Black enquanto ele estava sentado na cadeira, que estava diretamente posicionada de frente a porta de entrada por onde Marika entrou.
-Bem eu só queria saber mesmo se você estava bem acomodado.
-Marika ou melhor Alice, não seria melhor você me explicar por que você matou os pais? –perguntava Black com uma cara seria.
-Alice? Você ta achando que eu sou Alice do sangue negro? E Matei os meus pais? –argumentava Marika com uma cara de pavor.
-Ora vamos você pode falar, pois eu já sei de tudo só não sei de uma coisa porque você matou os seus pais. –dizia Black enquanto se levantava e ia em direção de Marika. –A historia que você contou para todos era mentira!

sábado, 23 de abril de 2011

Nota!

Esta cheio de erros no portugues pq o teclado que eu estava usando estava meio estragdo dizemos assim as vezes eu tinha que apertar com força pra sair a tal letra

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Hey!

Eai galera foi mal pelo atraso do 5 cap é que tinha umas coisa que aconteceram etc mas logo logo eu escrevo o 6 cap pra vcs lerem até mais tarde e oo cap esta aqui em baixo \/

5°)Mas não podia ser verdade...

“É incrível como a vida tem as suas brincadeiras quem diria que um menino que nunca tinha viajado sozinho e sete anos, iria presenciar tantas coisas, ver a morte da sua família querida, sair andando sem rumo, se casar, perder a esposa cedo,iria solucionas um caso em menos de cinco minutos, essa história realmente é a da minha vida como eu sofri mas eu ajudei muitas pessoas”
Depois de ter descido do trem Black continua a andar até chegar em uma pequena cidade camada ‘Rosh Ville’ andando pelas ruas com o seu sobretudo preto uma sacola nas mãos e com um capuz que tampava o seu rosto para ninguém poder ver como o os seus olhos não transmitia emoções, até que ele chega em uma multidão aonde todos estavam parados rido, batendo palmas numa alegria que não poda ser mais nada que um festival. Ele ouvia todos cantando gente que dançava até que ele repara em uma menina que estava parada em um canto perto da loja de jóias da cidade pelo que ele percebia parecia que a doce menina estava lá apenas observando o movimento até que ela entra na loja. Mas Black não deu a mínima e continuou,a caminha até que ele viu o pai com as duas crianças que estavam no mesmo vagão que ele, quando menos esperava as menina foram correndo para a direção dele dizendo:
-Moço, era você que solucionou o caso do roubo no vagão!? –perguntava uma das meninas curiosa
-Sim fui eu, mas aquilo não era grandes coisas era fácil de perceber. –dizia Black.
-Você tem algum lugar para dormir essa noite? –perguntava a irmã mais nova da menina.
-Não eu acabo de chegar a essa cidade e estou a procura de uma pousada.
-Então foi bom a gente ter se encontrado aqui, pois eu sou dono de uma pousada da cidade, se você estiver interessado em passar noite de graça é só falar comigo. –dizia o pai das meninas com um belo sorriso no rosto. –A que falta de educação a minha eu me chamo. Rok, Rok Prusstelli, e essas são as minhas filhas Maria e Sabrina.
-Muito prazer Sr. Prusstelli eu me chamo Black. –dizia Black num tom calmo e frio.
-Pode me chamar de Rok.
-Ok me diga Rok o que esta acontecendo aqui? Para todos estarem tão felizes?
-Isso é o Festival da Colheita! –Maria gritava num tom feliz.
-Festival da Colheita? O que é isso?
-É quando agradecemos aos deuses da colheita pela ajuda que eles nos dão nessa época. –explicava Sabrina. –Você nunca teve um da onde você veio?
-Não, pois na minha vila foi destruída, quando eu tinha sete anos sou o ultimo sobrivente de lá.
-Meus pêsames Black, mas vamos indo para a pensão, pois logo desfile de fantasias vai começar logo. –dizia Rok.
Com o andar Black percebe a alegria do povo ao festejar, quando ele chega na pensão com a família Prusstelli ele percebe que o locas aonde ele estava era um dos chiques da cidade. Com o passar do tempo vai se anoitecendo e Black estava em seu quarto deitado na cama olhando para o teto com a mente em outro lugar. Até que ele começa a escutar uns gritos vindo do hall da pensão, ele se levanta correndo e ai em direção ao hall, mas quando ele chega lá ele para na escada e começa a observar, havia uma menina chorando com cara de desespero chorando, e Black só a observava atentamente enquanto ela dizia.
-Socorro os meus pais foram assassinados alguém pode me ajudar pelo amor de deus?- gritava a menina enquanto chorava.
-O que aconteceu Marika? –perguntava Rok tentando acalmar ela. –Nós conte com calma essa história.
-Bem eu tinha saído para poder comprar um pouco de farinha para fazer uns biscoitos para todos da pensão como agradecimento, mas quando eu cheguei em casa eu vi sangue por todos os lados e não agüentei e soltei a farinha e sai correndo não agüentando a cena e vim correndo até aqui. –com essas palavras Black começa a descer das escadas e indo a direção de Marika.
-Ola eu me chamo Black Moon será que você poderia me levar até a sua casa para dar uma olhada? –perguntava Black que estava em frente de Marika com o seu rosto totalmente serio.
-Você não pode simplesmente ir pedindo isso ao uma menina que acabou de ter uma perda enorme e você por acaso é algum policial para fazer tais exigências? –gritava o cozinheiro.
-Não sou um policial, mas você acha que não seria a melhor coisa a se fazer? Também não sou da cidade e ela não precisaria entrar na casa. –dizia Black sem olhar para o cozinheiro, mas não tirava os seus olhos de Marika.
-Ora seu pirralho! –gritava o cozinheiro até que as empregadas o seguraram.
-Black esta certo eu v o seu poder de dedução dentro do vagão do trem ele solucionou um caso em menos de cinco minutos e ainda prendeu o suspeito. –dizia Rock num tom calmo e serio ao mesmo tempo.
Com todos os desentendimentos Black foi até a cena do crime e entra na casa e a primeira coisa que faz é acender uma vela para iluminar o seu caminho e ele vê então e quando ele vê os corpos decepados ele ola para a parede e vê escrito ‘Essas pessoas são pecadoras e deviam ir para o outro mundo rápido, pois gente assim não deveria viver então eu pus um fim nelas. Assinado: Alice do sangue negro.” Lendo isso Black começa a fazer uma cara de pensativo. Enquanto todos começam a fazer caras de medos ou começaram a vomitar, então Black sai de perto dos corpos e fui para fora da casa aonde viu Marika, no meio de tanta gente com um sorriso que parecia ser forçado, então ele começou a andar novamente indo em direção a Marika e quando chegou perto todas as pessoas que estavam na frente dele abriram um espaço para ele chegar perto dela.
Enquanto ela estava sentada ele se aproxima e se ajoelha colocando a sua mão sobre a toalha que estava em seus ombros, ele se aproxima seu rosto ao dela, enquanto ele fazia isso o rosto de Marika começava a ficar vermelho. E então ele chega e fala num tom calmo.
-Você na tem a onde ficar agora, certo?
-S-S-S-Sim. –respondia Marika meio gaguejando.
-Venha dormir no meu quarto na pensão. –com essas palavras de Black todos começaram a cochichar, que provavelmente Black só queria abusar dela. –Pode ficar despreocupada eu não dormirei no mesmo quarto que você eu irei dormir na sua casa para ver se eu consigo achar mais pistas.
-Esta bem.
Com todo aquele discurso Black começou a se levantar e sair andando até a pensão ara poder pegar as suas coisas e ir dormir na casa de Marika, mas antes dele partir ele conversou um pouco com o dono da pensão e amigo a Marika sobre umas coisas, mas ninguém conseguia ouvir, pois ele estava falando no ouvido de Rok quando ele acabou de conversar partiu para um começo de investigações, sem pensar duas vezes ele passou um posto policial para reunir mais algumas informações, enquanto todos estavam se divertindo no festival Black estava no telhado d casa deitado olhando para as estrelas, logo em seguida ele levanta a sua mãe esquerda de começa a olhar para o anel que tinha ganhado de sua falecia esposa.
“Alice do sangue negro incrível o que uma pessoa podia fazer, mas o caso estava na cara mas eu tive que enrolar um pouco para ter um momento só com a pessoa para poder fazer ela se declarar para todos.”

terça-feira, 19 de abril de 2011

Ola

Ola para todos sou o King Sora estou meio que enrolando pra criar o cap 5 aqui mais logo estarei postando aqui aguardem

sábado, 12 de março de 2011

4º)Uma viagem de trem calma?

“Com um apesar de ir embora de um lugar, a tristeza de se perder uma pessoa amada, você deve se perder com tantas coisas que acontecem rapidamente não é? Mas eu já estou acostumado perdi os meus pais novo, decide seguir um caminho diferente. Depois da morte de Elena eu continuei a sguir o meu caminho indo para um lugar mais distante para mim que nunca tinha viajado, ainda mais sozinho, durante dez anos eu andava economizando, e decidi pegar um trem para Londres. Mas eu pensei que seria calmo...”
Na estação a via uma correria de pessoas que iriam pegar um trem em tal hora, Black ficava confuso com toda aquela correria, pois nunca tinha viajado de trem. Ele ficava na fila para poder comprar a sua passagem quando vê uma pessoa misteriosa, ela vestia um, sobretudo marrom com um chapéu que cobria os olhos. Black o observou até poder compra a sua passagem.
Dentro do vagão ele se senta num lugar vazio e esperou até a partida. Com o passar do tempo mais passageiros chegavam e se acomodavam, no vagão que Black estava havia mais nove pessoas, um casal que parecia estar noivo, dois homens que pareciam ser amigos de anos, uma família com posta de um pai e duas filhas, uma mulher que parecia ser uma dançarina e o homem misterioso que Black o tinha reparado na fila para comprar as passagens. Com o esperar de alguns minutos o trem começa a se mover e Black fica o tempo todo de olho na janela. Com o andar o trem passa por um túnel que era longo, demorou cerca de dez minutos para passar ele todo quando o trem sai dele uma pessoa começa a gritar.
-Me roubaram! –gritava a moça que parecia uma dançarina. –Alguém me roubou aqui no trem! –o pavor veio à tona na hora todos começaram a ficar com medo. Até que uma pessoa se levanta e fala num tom forte e calmo.
-Se acalmem eu sou policial e irei resolver esse crime! –disse o homem suspeito que Black desconfiava o tempo todo. –Eu quero que todos se sentem perto para que eu posso os interrogar.
-Hum? – Black só desviou o seu olhar por um segundo e falou num tom frio. –Pra que iremos fazer isso se o criminoso ainda esta no meio de nós? E você já deve saber quem ele é certo Senhor Policial.
-O que você disse? Você é apenas uma criança não sabe de nada. –argumentava o policial se aproximando de Black. –E eu não sou um simples policial, sou inspetor da policia de Londres. Você deveria ter mais educação comigo.
-Hum? –Black simplesmente só olha para o Inspetor por questão de cinco segundos depois volta a olhar para a janela que mostrava uma bela paisagem a sua frente. –Você é que sabe Inspetor mais você esta fazendo muito tumulto.
-Ora seu! –o Inspetor da meia volta e começa a conversar com cada um das pessoas no vagão e no final de tudo, ele fala em voz alta novamente. –Não iremos sair daqui até conseguir resolver esse caso, pois não consegui pistas suficientes.
-Realmente a policia de Londres não serve para nada. –disse Black se levantando do lugar.
-Serio eu estou perdendo a paciência com você moleque.
-O criminoso não esta no meio de nós, e sim escondido. –disse Black olhando atentamente para o rosto do Inspetor. –Na hora do túnel levou questão de dez minutos para que a gente saísse dele certo?
-Sim.
-Então nessa hora, esse casal estava se beijando, os dois homens estavam conversando, esse senhor estava dormindo em quanto suas filhas brincavam, você estava olhando para a mulher que foi roubada e ela estava bebendo alguma coisa, não estou certo? –todos responderam perfeitamente todas as coisas que Black falou, e todas estavam certas. –Mais o que ninguém percebeu é que nesse vagão a uma pessoa a mais não são dez contando comigo, mas são onze, a décima primeira pessoa esta escondida no final do vagão. –Black saca uma arma e atira em direção do final vagão. E uma pessoa sai correndo de lá passando pelo quarto vagão e Black sai correndo atrás dele também junto com o inspetor.
Eles o perseguem por todos os vagões até chegar ao último e Black ainda com a arma apontada para o ladrão e fala num tom calmo e sério.
-Desista se você se entregar recebera uma pena pequena, ou você pode pular agora e ter pequenas chances de sobreviver, ou deixar eu te dar um tiro e sua vida ira acabar rapidamente sem dor. Então qual é a sua escolha? Pense rápido, pois eu estou com um pouco de presa, pois não quero perder o meu tempo com lixo como você.
-Eu me rendo podem me levar. –disse o ladrão, então o Inspetor o algemou e o levou até o terceiro vagão aonde começou toda a historia de rouba e o fez mostrar onde estavam os pertences roubados. –Moleque como você descobriu que eu estava escondido o tempo todo, e como sabia onde eu estava?
-Simples quando eu entrei no vagão fui o primeiro, depois foi à moça que foi roubada, depois uma pessoa misteriosa passa do segundo vagão e vai diretamente pro terceiro, que foi da onde o pai veio com suas filhas, depois os dois homens e depois o Inspetor, nota que todos vieram do quarto pro terceiro você veio do segundo pro terceiro. –dizia Black se sentando no seu lugar novamente e voltando a olhar pra janela. Enquanto todos se levantavam para poder ouvir a explicação dele. –Quando estávamos entrando no túnel eu percebi um barulho de porta se abrindo e escutei passos, e ninguém havia se levantado hora nenhuma para não tropeçar e cair.
O trem parou e Black se levanta e começa a andar em direção a saída do trem até que o Inspetor começa a falar alto.
-Obrigado garoto pela a sua ajuda eu espero te re-encontrar, quando você estiver em Londres me procure, o meu nome é Geoger Broker.
-Muito prazer Geoger, e quem sabe um dia nossos caminhos se encontrem novamente. –Black começava a desembarcar do trem quando falou. –Nunca se esqueça desse nome Black Moon eu irei mudar o mundo.
“Nesse dia eu resolvi mais um caso, realmente eu estava ficando cada vez melhor, mas essa foi a minha primeira viagem, mas não foi calma nem um minuto o Inspetor Geoger Broker é um homem que fala muito alto e é um exibido também mais ele me ajudou a prender um ladrão, tecnicamente tudo que ele fez foi algemar ele e o levar a delegacia. Mas o que será que ira me aguardar a partir de agora? Numa cidade que ouvi falar que a alguns membros da família Trancy.”

quinta-feira, 10 de março de 2011

3º)Um novo adeus.

“Com o passar de toda a confusão com Ross Trancy as coisa se alcamaram por uns dias, eu passei depois de acordar uns tempos na fazenda de Paula, ajudando todos com o que eu podia fazer, até que um dia triste chega naquela casa cheia de alegria Elena consegue arrumar uma doença misteriosa, pelo o que os médicos diziam, ela iria morre em questão de um ano ou menos. Eu conversei com ela em particular, e decidimos nos casar, pois esse era o sonho dela, fizemos de tudo para os preparativos serem perfeitos e em pouco tempo também, no dia de nosso casamento, ela estava linda, todos da pequena cidade vizinha que a família Protik vivia foram, eu ajudava nos afazeres domésticos, enquanto o pai de Elena me treinava em usar armas de fogo, à noite. Com o passar dos tempos chegou um triste dia.”
Elena estava na cama deitada com o seu rosto pálido, todos na casa estavam desorientados, Black Moon ficava lá sentado numa cadeira em frente à cama que Elena se encontrava deitada repousando, até que ela abre os olhos e olha para Black ali parado segurando a sua mão firme.
-Querido pelo visto eu não vou conseguir viver muito. –dizia Elena com uma voz fraca e ainda por cima com um ar doce. –Eu gostaria que você pegasse uma caixa preta que esta dentro do nosso guarda roupa. –Black se levanta e vai até o armário e procura a tal caixa, a encontrando ele a leva para Elena.
-Aqui esta ela por que você precisa dela agora? –perguntava Black com uma curiosidade, e preocupação.
-É que tem uma coisa dentro dela que eu mandei fazer para você meu amor. –Elena tinha em seu rosto um sorriso que fez com que os olhos de Black enchessem de lagrimas. –Eu quero que você a abra e me diga o que você achou.
-Tá legal. –Black começou a abrir de vagar , quando ele abria a caixa, ele percebia que os olhos de Elena começaram a pelo que parecia a brilhar, até que por final Black abre a caixa e vê o que tinha dentro. –Não posso acreditar que você mandou fazer isso pra mim eu adorei.
-Que bom que gostou, eu pensei que você iria gostar de ter alguma coisa pra você se lembrar que eu sempre estarei com você. –dizia Elena que começava a tossir, até que retirou a sua mão da boca e vê sangue. –Pelo que eu vejo meu tempo esta acabando. Meu querido você poderia me dar um beijo e se deitar com migo até eu ir?
-É claro se esse é o seu último desejo eu irei realizar ele com o maior prazer.
-Obrigada.
Black Moon se beija Elena, e se deita com ela, os dois adormecem em um momento a noite se levanta da cama, e vai novamente à caixa e pega o seu presente, um anel que era a sua aliança com a dela, com um uma coisa escrita, ’Amor Me Leve Junto Com Tigo Sempre’, fez com que Black deixasse sua promeça de nunca mais chorar, ele começava a arrumar a sua mochila com algumas roupas e munição, e deixa tudo arrumado para a sua partida em seguida ele põe o seu anel no dedo do meio de sua mão esquerda.
Black deita em seguida, e amanhece e se levanta e da outro beijo em sua amada Elena, ele se vesti para um funeral, e desce as escadas e vê todos também prontos, Paula e Sofia e Renata começavam a subir as escadas com um vestido branco, que Elena usou em seu casamento, enquanto isso Black e o seu sogro estavam lá parados na sala. Com o passar do tempo tudo estava pronto Elena também. Black pega e se levanta do sofá e vai carregar sua falecida esposa no colo e por no caixão, e junto com o seu sogro carregaram o caixão e colocaram sobre a andar, mais dois homens amigos da família Protik ajudaram a levar o caixão sobre o cemitério para que lá ela pudesse ser enterrada com dignidade.
No cemitério todos choravam na perda de Elena, uma menina meia que viveu pouco, não pode descobri muitas coisas na vida, mas pelo menos viveu feliz ao até o ultimo instante. O padre que dizia as ultimas palavras era o mesmo padre que fez o casamento de Black.
-Senhor Black tem alguma coisa a dizer? –perguntava o padre.
-Sim. –respondia Black de cabeça baixa.
-Por favor, fale.
-Elena Protik, você foi à primeira mulher que eu amei em minha vida nunca te irei esquecer, mesmo quando todos descobrimos a sua doença, eu não sai do seu lado nem um instante quando você tinha suas recaídas eu estava lá do seu lado cuidando de você. Até no último instante que você viveu eu pude pelo menos estar do seu lado, Elena eu te amo e adeus, mesmo não podendo te ver de novo eu sempre irei levar com migo as lembranças que tivemos e sempre estarei levando com migo uma pequena parte de você. –no final de suas palavras Black começava a se virar e andar para casa, enquanto o caixão de Elena ia começar a ser enterrado, Paula e suas irmãs conseguem perceber que Black estava chorando.
Black chega a sua casa e sobe as escadas e retira suas roupas e veste umas que ele tinha, senta sobre a cama e calça os seus sapatos, pega no guarda roupa um, sobretudo preto dele. Em seguida ele pega a mochila, e começa a sair do quarto, enquanto desce as escadas estava Paula, Sofia,Renata e seu sogro parados esperando por ele.
-Você esta indo meu filho? –perguntava o seu sogro.
-Já eu não posso mais viver à custa de vocês. –dizia Black com a cabeça baixa.
-Você não vive ou viveu assim. –dizia Sofia. –Só porque Elena morreu é que você decide ir embora.
-Sofia eu nem começo de conversa iria morar aqui por uns tempos, só vivi aqui para aprender a manejar armas com o seu pai. –dizia Black num tom frio.
-Como você ousa falar isso, você até se casou com a nossa irmã mais nova! –gritava Renata e chorando. –Ela morreu pelo menos feliz ao seu lado.
-Renata eu sei muito bem, eu também vivi feliz ao lado dela e de vocês também mais eu ainda tenho umas coisas a resolver com a família Trancy, ou você se esqueceu? Eu prometi vingança. E ainda falta muito pra mim conseguir a minha vingança.
-Então aquela criança que estava chorando, que eu encontrei há dez anos cresceu então. –dizia Paula com um sorriso no rosto. –Depois de me proteger contra um canalha ele cresceu e se tornou um belo homem.
-Paula... –dizia Black com um tom alegre. –Obrigado! Obrigado por tudo Paul, Renata, Sofia, meu pai obrigado por tudo o que vocês me ensinaram! –Black começou a andar para porta, chegando nela ele abre ela e começa de novo a andar para o horizonte para um novo caminho de aventuras.
-Ele se tornou forte, e vai conseguir cumprir a sua promeça, como fez com Elena de ficar junto com ela até que a morte os separe-se. Eu gostaria que ele ficasse pra sempre mais ele ainda tem muita coisa a fazer mais vai manter contato com a gente podem ficar calma meninas. –dizia o pai de Paula se sentando no sofá. –Ele é forte.
“Eu continuei a caminhar por dias sem dormir e nada só pensava na Elena, mais não podia me esquecer da minha promeça de eliminar a família Trancy.”

quarta-feira, 2 de março de 2011

2º)A última lagrima

“Depois que eu prometi a minha vingança, eu tinha que viajar sozinho para encontrar pelo menos um jeito de saber como iria me vingar de uma das mais poderosas famílias, não conseguia pensar em nada, vagava sem rumo eu passei o dia inteiro andando sem saber pra onde eu estava indo, eu pensava comigo mesmo que estava seguindo o vento, mas eu percebia que só estava me enganando mesmo não conseguiria, o peso da realidade caiu sobre mim naquela hora eu tinha me ajoelhado e comecei a chorar sem parar, pensando nos momentos bons que eu tive com a minha família, amigos e parente na minha pequena vila”
Quando Black Moon não parava de chorar não percebia que alguém vinha em sua direção, até que a pessoa estende o seu braço direito e põem sobre o seu ombro dizendo nas mais doces e calmas palavras.
-Menino, por que você esta chorando assim? Esta perdido por acaso? –quando Black olha para trás ainda chorando, ele vê uma bela dama que parecia ter uns vinte cinco anos, seus cabelos eram negros como a noite, seus olhos azuis pareciam com o céu claro.
-Não estou perdido, meus pais foram mortos, minha vila inteira foi morta. –dizia ele com uma voz baixinha e triste ainda.
-Oh minha pobre criança você deve estar muito abalado, você quer ir pra minha casa tomar um bom banho, e um copo de leite fresco? –dizia a bela dama que se agachava para secar as suas lagrimas, com o lenço que tirou de sua cesta. –Você pode me dizer o seu nome bravo cavaleiro?
-B-B-BLA-BLACK Moon. –Black estava começando a parar de chorar ao ver o sorriso da bela dama.
-Black Moon? É um nome um tanto diferente para uma criança ter hoje em dia, mas foram os seus pais que te deram esse nome...
-O nome que os meus pais me deram era outro, mais eu desisti dele na hora que eu deixei a minha vila para enfrentar os assassinos que mataram todos os que eu amo. –dizia Black se levantando e olhando para o crepúsculo, que ele sempre havia admirado. –Essa foi o jeito que eu escolhi viver abandonando o meu nome para ter outro.
-Que belas palavras para um menino corajoso a dizer. –dizia a bela dama com um belo sorriso no rosto.
-Mas qual é o seu nome?
-Meu nome? É Paula Protik muito prazer Black Moon. –com as palavras finais de Paula, Black e ela saem em uma caminhada indo para uma pequena fazenda, a onde Paula vivia com os seus irmãs e seu pais.
Paula era a mais velha das irmãs ela tinha vinte anos, ela tinha mais três irmãs mais novas, Renata de dezesseis anos, Sofia de doze anos e Elena de seis anos, sua mãe faleceu a cindo anos de uma doença, seu pai era um homem risonho, e trabalhador.
Quando Black Moon chega à casa de Paula, ele é bem recebido pelo pai de Paula, ele foi diretamente tomar um banho por que estava todo suado e coberto de sangue, enquanto ele tomava um banho, Paula e suas irmãs preparavam alguma coisa pra ele vestir, elas começaram a olhar o que tinha dentro da mala de Black mais só tinha roupas de seus pais, elas conseguiram arrumar umas roupas do tamanho dele, e deram para ele as vestir.
Quando Black acaba de tomar o seu banho ele desce para a sala de jantar para jantar junto com a família de Paula, quando ele descia as escadas todos da mesa o olharam, Paula tinha um sorriso em seu rosto, Renata estava de boca aberta, Sofia estava com uma cara de que via um conde, e Elena estava completamente apaixonada pelo menino que estava vendo.
-Venha meu filho sente se perto de Elena, ela estava morrendo de preocupação quando viu suas roupas. –Elena começava a ficar com o rosto todo vermelho, mais o pai das meninas estava com um sorriso feliz no rosto que parecia que não tinha dês do falecimento de sua amada esposa. –Sinta se a vontade como se a casa fosse sua!
-Obrigado pela hospitalidade, não sei como eu posso retribuir a hospitalidade de todos vocês. –dizia Black alegre como se nada tivesse acontecido.
-Simples case com a Elena! –gritou Sofia, quando Elena escutou aquilo começou a ficar mais vermelha do que um tomate.
-Isso mesmo Sofia essa é uma boa idéia. –argumentava o pai. –Por que você não se casa com Elena?
-Bem seria uma grande honra mais não posso aceitar agora, porque eu tenho uma missão a cumprir ainda. –dizia Black com uma cara seria que fez todos na mesa se surpreenderem com as palavras de uma criança de sete anos. –Até eu posso prometer em escrever cartas para você Elena da onde eu estiver. –disse Black com um belo sorriso que fez o coração de Elena disparar.
-C-C-C-CLARO! –gritou Elena com o rosto completamente vermelho
-Então é melhor nos comermos senão a comida esfria certo pai? –disse Renata.
Mas do nada a porta tocava e Sofia foi atender pra ver quem era, e quando abriu à porta ela foi jogada para a sala de jantar que fez com que todos se levantassem preocupados, todos escutavam passos que parecia ser de uns três homens e uma risada maléfica.
-Me desculpe por ter te machucado cunhada é que eu sou estabanado mesmo. –disse um homem estranho para Black, ele usava um terno e o cabelo arrumado, com que parece ser dois capangas.
-Ross o que você quer aqui? –disse Paula num tom que parecia estar querendo matar Ross.
-Ora eu vim levar você Paula pra gente se casar! –disse Ross com um sorriso que parecia ser um sorriso forçado.
-Eu disse que não iria me casar com uma pessoa como você. –disse Paula ajudando a levantar a sua irmã do chão. –Elena leve Sofia daqui ela deve estar machucada dela.
-Paula vamos nos casar logo. Eu sei que você só esta se fazendo de difícil pra mim. –dizia Ross com aquele sorriso forçado no rosto ainda.
-Eu já disse isso uma vez e sempre direi não vou me casar com você Ross Trancy! – gritava Paula, mais o que ela não percebia era o rosto de Black Moon quando ouviu que a pessoa em sua frente era um membro da família Trancy.
-Ou você se case comigo... –Ross estrala os dedos dele que fez com que os dois homens que estava atrás dele irem em direção ao pai de Paula. –Ou a sua família morre.
-Então você é um dos membros da família Trancy? –dizia Black com a cabeça baixa e as mãos sobre a mesa.
-Sou sim, e quem é você pra fazer perguntas? Mate ele primeiro.
Black Moon esconde alguma coisa sobre a manga de sua blusa, mas mesmo assim os capangas de Ross comecem a bater nele até ele começar a sangrar. Então aos poucos Ross começa a se aproximar dele e se agacha e diz em alto e bom som.
-Viu isso que dá querer brincar com alguém da família Trancy garoto.
-He! Só isso? Vocês acabaram com a minha vila em instantes, e você acha que isso vai me fazer desistir? –Black começava a se levantar de vagar com a cabeça baixa ainda. –Eu prometi aos meus pais, aos meus amigos, aos meus familiares que só iria volta à vila da “Lua Cheia” quando eu tivesse me vingado da família Trancy.
-Oh então você é um sobrevivente daquela vila patética? –Ross tirava uma arma de entro do seu paletó e apontava para a cabeça de Black. –Então eu devo acabar com a sua vida patética.
-Atire se você for capaz. –dizia Black com confiança em suas palavras, ele começava a colocar a sua mão esquerda sobre o braço que estava segurando a arma. –Você não é homem suficiente para fazer tal coisa você deveria estar morto agora! –grito Black levantando o seu rosto devagar até que Ross conseguiu ver bem, o rosto de Black parecia com um rosto de um demônio cheio de sangue escorrendo.
-Você só pode ser um demônio! –gritava Ross de medo.
-Sou simplesmente um vingador. Eu digo adeus a você Ross Trancy. –Black num tom rápido conseguiu cortar o rosto de Ross.
-V-V-V-VOÊ É REALMENTE UM DEMÔNIO! -Ross começa a correr feito um louco para a porta, e seus capangas também.
-Lembrasse do meu nome Black Moon ele ira destruir a sua família. –quando Black acaba de dizer as suas ultimas palavras, Ross começa a correr pra fora da casa que nem um louco. –Eu prometo que eu me vingarei da família Trancy e nunca mais irei chorar de novo Paula.
-Incrível você cresceu bastante em pouco tempo. –dizia Paula com um sorriso que parecia estar feliz.
-Bem agora me perdoem eu vou... –quando Black ia completar sua ultima frase ele desmaia no chão de tanto apanhar e porque estava morrendo de fome.
“Essa foi a ultima coisa que me lembro desse dia porque passei dois dias dormindo, sempre que podia alguém ia olhar se eu estava bem menos Elena, pois foi ela que cuidou de mim o tempo todo até dormia junto pra me aquecer nas noites frias, esse teria sido um dia que eu poderia ter morrido mais não aconteceu, pois eu achava que tinha muita coisa pra eu fazer.”

domingo, 27 de fevereiro de 2011

1º)Adeus.


“Nunca desiste de sua vida, pois ela é a única coisa que você possui de maximo valor, não seja como eu que se iludiu com um mundo de fantasias, quando eu acordei já era tarde perdi tudo o que tinha,  minha família, o amor da minha vida, e minha própria vida, vou te contar a minha história para você entender o que eu passei preste atenção pois só contarei uma vez.”
Londres ano de 1912.
-Acorde... –um silencio que só se podia ouvir a respiração de uma criança dormindo tranquilamente enquanto a sua mãe o tentava acordar. –Acorde meu filho...
-Hum... –a criança começava a abrir um de seus olhos para ver o que acontecia com o jeito que sua mãe o saco dia para acordá-lo seu tom parecia de desespero para o pobre menino que ainda estava começando a acordar não conseguia entender.
-Meu filho você tem que se esconder, pois eles estão chegando aqui! E não temos muito tempo. –gritava a mãe para o menino que ainda estava acordando.  –Vamos se apresse você arrumou a sua mala como eu mandei ontem?
-Sim mamãe eu arrumei mais ainda não entendi o porquê deu aguardar todas as minhas roupas dentro da minha mala. –perguntava o pequeno menino coçando o olho, ele não sabia que o que esperava por ele era uma coisa pior que qualquer pesadelo que ele já tinha visto. O rosto de sua mãe ficou pálido quando começou a ouvir barulho de tiro de armas e o grito de seu marido.
-Querida não adianta mais eles já chegaram até aqui! –entrava o pai da criança pela porta do quarto dele correndo e com uma arma na mão com uma cara de medo.
-Oh não! O que vamos fazer agora? A única coisa que me importa mesmo é a segurança de nosso filho. –a mãe começa a abraçar o seu filho, ele ainda sem entender nada começava a abraçar a sua mãe até que sente uma coisa caindo em seu rosto que escorreu até os seus lábios, então ele pode sentir um gosto salgado em sua boca, ele olha para cima.
-Mamãe, por que a senhora esta chorando? –perguntava o menino com um tom de curiosidade, pois nunca tinha visto a sua mãe chorar em toda a sua vida.
-Meu filho é que a mamãe não ira poder te proteger mais, pois nós iremos ter que nós separar aqui, eu quero que você me obedeça e se esconda de baixo da sua cama agora. –a mãe continuava a chorar ao olhar para o seu filho com aquele olhar doce de uma criança inocente. –E quero que você fique de olhos fechados o tempo todo e fique quietinho até não poder ouvir mais nenhum barulho aqui em casa você consegue fazer isso para mim?
-Ta mamãe eu faço isso sim...
-Querida eles derrubaram a porta estou vindo em nossa direção! –o pai gritava na porta do quarto e quando ele se virou e vê o seu filho se escondendo de baixo da cama  ele se aproxima dele e fala suas ultimas palavras. –Filho eu espero que você se torne uma pessoa boa quando ficar mais velho, o papai não poderá ver você crescer como eu queria mais onde eu estiver eu estarei te vendo, e te protegendo. Eu te amo meu filho.
-Eu também te amo papai. –essas foram suas ultimas palavras ao seu querido pai quando ele acaba de entrar para debaixo da cama ele olha para o rosto de sua mãe e vê que ela continua a chorar, mas com um sorriso no rosto.
-Amor se cuida a mamãe também ira de proteger de longe a onde eu estiver eu estarei junto com o papai, lá no céu e quando você for para lá quando ficar bem velhinho a gente estará te esperando de braços abertos. Eu te amo meu filho. –com essas ultimas palavras a mãe beija a testa de seu filho, enquanto o pai fechava a porta.
 A pobre criança ficava lá quietinha como a sua mãe pediu, mas ficava com os seus olhos abertos o tempo todo para entender o que estava acontecendo, se ouvia passos que vinham correndo, pela casa toda até que  começavam a subir as escadas, até que a porta começava a se mexer que parecia que alguém queria entrar, até que a porta cai sobre o chão, um homem que a havia chutado ,ele tinha em suas mãos uma arma de fogo,uma roupa toda preta, e um emblema que o garoto nunca havia visto antes em sua vida,o homem misterioso apontou a sua arma para os pais do menino que estavam em pé de mãos dadas em frente a cama.
-Alguma última palavra antes que eu atire? –o homem misterioso perguntava ao casal que ele via.
-Sim. –respondeu o pai. –Um dia vocês  cães da nobreza perceberam que estão errados e que essas mortes sem propósito, ira ser a derrota de vocês.
-Belas palavras ditas por um morto. –respondeu o homem misterioso que atirou certeiramente entre os olhos do pai do menino, a mãe simplesmente cobriu a boca de espanto e começou a chora. O homem olha para a mãe apontando a arma para ela também e pergunta. –E você tem algo a dizer também?
-Sim. –respondeu ela com toda coragem que tinha restado.
-Então diga!
-Vocês são uns porcos e não merecia estar viva, a familia Trancy nunca ira conseguir pegar o trono da Rainha! –afirmava a mãe.
-Nosso objetivo não é roubar o trono da Rainha. –explicava o homem com um sorriso maléfico no rosto. –Nosso objetivo mesmo é dominar primeiramente Londres,  depois a Europa depois o mundo! Mas você não precisa saber de nada disso, pois é uma mulher morta.
 Com uma risada maléfica o homem misterioso sai do quarto e vai embora, o menino ali deitado de baixo da cama chorava ao ver os seus dois pais mortos cruelmente, pela família Trancy uma das mais conhecidas por ser leal a Rainha. O menino começa a sair lentamente chorando ao ver de perto o corpo morto de seus pais jogado ali no chão.
 O menino procurava em todo o quarto de seu pai uma mala pequena para ele, depois ele retira o seu pijama e veste seu short, em seguida sua blusa, com  seu rosto triste ele pega a sua maleta e sai pela porta da frente de sua casa, mas ele ainda com lagrimas no rosto, ele taca fogo em sua própria casa saindo pro horizonte sem olhar para trás passando por uma estrada que parecia ser feita pela própria morte, só se via corpos mortos por todos os lados a pequena vila de ”Lua Cheia” foi apenas trucidada pelos homens da família Trancy, ele seguia o caminho sem olhar para trás para ver a sua casa em chamas e não olhava também  para os lados para ver os corpos de seus amigos e familiares,desse dia em diante o pequeno garoto de apenas sete anos de idade se tornou um solitário em toda a sua vida.
 -Esse é o meu adeus pessoal eu só voltarei aqui para dizer que eu me vinguei, eu prometo isso a vocês, mesmo amando o meu nome eu terei que deixar ele para trás como eu estou fazendo com a minha vida antiga, eu deixo o nome Aolis Portali para trás e sigo com o meu novo nome Black Moon! –gritava Black aos céus enquanto estava parado na saída da vila.
“Esse foi o começo de minha mudança repeti na da minha vida com o simples fato de meus pais terem sido assassinados pela uma das famílias mais bem sucedidas da Inglaterra, eu realmente gostaria de nunca ter escolhido esse caminho de dor, ódio, vingança e morte, é um caminho que nunca desejaria a ninguém nem mesmo meus inimigos eu gostaria de poder ter ajudado aos meus pais, em vez de procurar vingança mais só tinha sete anos naquela época ou eles me matavam ou me vendiam como escravo, essa foi uma época, difícil para mim suportar.”

Prazer

Ola! 
Muito prazer eu sou King Sora e estou aqui para trazer pra vocês uma história nova diferente de muitas que você já leu porque é a minha historia.
Não é a historia da minha vida tambem ninguem iria querer saber dela, é a historia de um menino que perdeu tudo em sua vida e conta para você cada coisa que ele passou em sua vida.
O nome ainda não tenho porque não tive a ideia mais o nome do blog é em homenagem ao personagem principal Black Moon você ira se superender sobre a vida desse garoto e suas aventuras.
 Espero que gostem dessa historia, e um aviso não tenho data expecifica pra postar os capitulos então sempre fiquem ligados!