sexta-feira, 22 de abril de 2011

5°)Mas não podia ser verdade...

“É incrível como a vida tem as suas brincadeiras quem diria que um menino que nunca tinha viajado sozinho e sete anos, iria presenciar tantas coisas, ver a morte da sua família querida, sair andando sem rumo, se casar, perder a esposa cedo,iria solucionas um caso em menos de cinco minutos, essa história realmente é a da minha vida como eu sofri mas eu ajudei muitas pessoas”
Depois de ter descido do trem Black continua a andar até chegar em uma pequena cidade camada ‘Rosh Ville’ andando pelas ruas com o seu sobretudo preto uma sacola nas mãos e com um capuz que tampava o seu rosto para ninguém poder ver como o os seus olhos não transmitia emoções, até que ele chega em uma multidão aonde todos estavam parados rido, batendo palmas numa alegria que não poda ser mais nada que um festival. Ele ouvia todos cantando gente que dançava até que ele repara em uma menina que estava parada em um canto perto da loja de jóias da cidade pelo que ele percebia parecia que a doce menina estava lá apenas observando o movimento até que ela entra na loja. Mas Black não deu a mínima e continuou,a caminha até que ele viu o pai com as duas crianças que estavam no mesmo vagão que ele, quando menos esperava as menina foram correndo para a direção dele dizendo:
-Moço, era você que solucionou o caso do roubo no vagão!? –perguntava uma das meninas curiosa
-Sim fui eu, mas aquilo não era grandes coisas era fácil de perceber. –dizia Black.
-Você tem algum lugar para dormir essa noite? –perguntava a irmã mais nova da menina.
-Não eu acabo de chegar a essa cidade e estou a procura de uma pousada.
-Então foi bom a gente ter se encontrado aqui, pois eu sou dono de uma pousada da cidade, se você estiver interessado em passar noite de graça é só falar comigo. –dizia o pai das meninas com um belo sorriso no rosto. –A que falta de educação a minha eu me chamo. Rok, Rok Prusstelli, e essas são as minhas filhas Maria e Sabrina.
-Muito prazer Sr. Prusstelli eu me chamo Black. –dizia Black num tom calmo e frio.
-Pode me chamar de Rok.
-Ok me diga Rok o que esta acontecendo aqui? Para todos estarem tão felizes?
-Isso é o Festival da Colheita! –Maria gritava num tom feliz.
-Festival da Colheita? O que é isso?
-É quando agradecemos aos deuses da colheita pela ajuda que eles nos dão nessa época. –explicava Sabrina. –Você nunca teve um da onde você veio?
-Não, pois na minha vila foi destruída, quando eu tinha sete anos sou o ultimo sobrivente de lá.
-Meus pêsames Black, mas vamos indo para a pensão, pois logo desfile de fantasias vai começar logo. –dizia Rok.
Com o andar Black percebe a alegria do povo ao festejar, quando ele chega na pensão com a família Prusstelli ele percebe que o locas aonde ele estava era um dos chiques da cidade. Com o passar do tempo vai se anoitecendo e Black estava em seu quarto deitado na cama olhando para o teto com a mente em outro lugar. Até que ele começa a escutar uns gritos vindo do hall da pensão, ele se levanta correndo e ai em direção ao hall, mas quando ele chega lá ele para na escada e começa a observar, havia uma menina chorando com cara de desespero chorando, e Black só a observava atentamente enquanto ela dizia.
-Socorro os meus pais foram assassinados alguém pode me ajudar pelo amor de deus?- gritava a menina enquanto chorava.
-O que aconteceu Marika? –perguntava Rok tentando acalmar ela. –Nós conte com calma essa história.
-Bem eu tinha saído para poder comprar um pouco de farinha para fazer uns biscoitos para todos da pensão como agradecimento, mas quando eu cheguei em casa eu vi sangue por todos os lados e não agüentei e soltei a farinha e sai correndo não agüentando a cena e vim correndo até aqui. –com essas palavras Black começa a descer das escadas e indo a direção de Marika.
-Ola eu me chamo Black Moon será que você poderia me levar até a sua casa para dar uma olhada? –perguntava Black que estava em frente de Marika com o seu rosto totalmente serio.
-Você não pode simplesmente ir pedindo isso ao uma menina que acabou de ter uma perda enorme e você por acaso é algum policial para fazer tais exigências? –gritava o cozinheiro.
-Não sou um policial, mas você acha que não seria a melhor coisa a se fazer? Também não sou da cidade e ela não precisaria entrar na casa. –dizia Black sem olhar para o cozinheiro, mas não tirava os seus olhos de Marika.
-Ora seu pirralho! –gritava o cozinheiro até que as empregadas o seguraram.
-Black esta certo eu v o seu poder de dedução dentro do vagão do trem ele solucionou um caso em menos de cinco minutos e ainda prendeu o suspeito. –dizia Rock num tom calmo e serio ao mesmo tempo.
Com todos os desentendimentos Black foi até a cena do crime e entra na casa e a primeira coisa que faz é acender uma vela para iluminar o seu caminho e ele vê então e quando ele vê os corpos decepados ele ola para a parede e vê escrito ‘Essas pessoas são pecadoras e deviam ir para o outro mundo rápido, pois gente assim não deveria viver então eu pus um fim nelas. Assinado: Alice do sangue negro.” Lendo isso Black começa a fazer uma cara de pensativo. Enquanto todos começam a fazer caras de medos ou começaram a vomitar, então Black sai de perto dos corpos e fui para fora da casa aonde viu Marika, no meio de tanta gente com um sorriso que parecia ser forçado, então ele começou a andar novamente indo em direção a Marika e quando chegou perto todas as pessoas que estavam na frente dele abriram um espaço para ele chegar perto dela.
Enquanto ela estava sentada ele se aproxima e se ajoelha colocando a sua mão sobre a toalha que estava em seus ombros, ele se aproxima seu rosto ao dela, enquanto ele fazia isso o rosto de Marika começava a ficar vermelho. E então ele chega e fala num tom calmo.
-Você na tem a onde ficar agora, certo?
-S-S-S-Sim. –respondia Marika meio gaguejando.
-Venha dormir no meu quarto na pensão. –com essas palavras de Black todos começaram a cochichar, que provavelmente Black só queria abusar dela. –Pode ficar despreocupada eu não dormirei no mesmo quarto que você eu irei dormir na sua casa para ver se eu consigo achar mais pistas.
-Esta bem.
Com todo aquele discurso Black começou a se levantar e sair andando até a pensão ara poder pegar as suas coisas e ir dormir na casa de Marika, mas antes dele partir ele conversou um pouco com o dono da pensão e amigo a Marika sobre umas coisas, mas ninguém conseguia ouvir, pois ele estava falando no ouvido de Rok quando ele acabou de conversar partiu para um começo de investigações, sem pensar duas vezes ele passou um posto policial para reunir mais algumas informações, enquanto todos estavam se divertindo no festival Black estava no telhado d casa deitado olhando para as estrelas, logo em seguida ele levanta a sua mãe esquerda de começa a olhar para o anel que tinha ganhado de sua falecia esposa.
“Alice do sangue negro incrível o que uma pessoa podia fazer, mas o caso estava na cara mas eu tive que enrolar um pouco para ter um momento só com a pessoa para poder fazer ela se declarar para todos.”

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