-Vamos Marika fale a verdade. –dizia serio Black enquanto ainda estava sentado com as pernas cruzadas e com a sua mão escorando no escosto da cadeira. –Diga logo que você é Alice do sangue negro.
-Mas como você pode fazer essa acusação? –respondia Marika num tom nervoso.
-Me poupe a história que você contou a todos não era verdade. –diz Black enquanto se levanta.
-Como assim? Não é verdade? –Marika se assusta.
-Bem você disse que eai fazer biscoitos para todos da pensão, mas não tinha farinha e quando chegou, seus pais estavam mortos e você saiu correndo direto pra pensão.
-Mas é verdade. –diz Marika.
-Porém por que não tem ou tinha farinha no chão quando chegamos? Se você tivesse ido comprar farinha, e chegasse em casa e visse os pais mortos, soltaria na hora a farinha e sairia correndo, como sacos de farinhas são finos ele iria simplesmente derramar toda a farinha no chão.Mas como todos só estavam reparando os corpos ninguém reparou o chão. –dizia Black enquanto caminhava e pegava a foto de Marika treinando com espada. Sem resposta Black continuou a fazer a acusação. –Os corpos de seus pais estavam com um odor de podre, mas a um pequeno problema ai.
-Qual?- perguntava Marika enquanto ficava de cabeça baixa.
-O odor de podre só acontece depois de uns dois ou quatro dias que a pessoa morreu, e o odor não acontece em poucas horas, nem em vinte quatro horas .
-Mas você pode esta errado. –dizia Marika tentando fazer sentido na sua defesa.
-Eu vi os meus pais serem mortos, a minha esposa morreu tambem, e o corpos deles não fediam a podre em um dia. –dizia Black virando acabeça para olha prara Marika sem sair do lugar. –O sangue na parede estava seco, preto e sem sabor.
-Como você sabe de tudo isso? –perguntava Marika com a mão sobre o peito.
-Eu não irei dizer pela terceira vez, e a uma coisa també você não é daqui, você e a sua familia não são uma familia mesmo, pelo que eu vi no cartorio da cidade você e nem seus pais, são da cidade e com apenas uma gota de sangue sua eu pude provar tambem que vc não é da familia.
-Como você sabia disso?E onde você conseguiu o meu sangue? –Maria tinha em seu rosto uma face assustada.
-Quando eu conversei com você ontem e te dei o meu quarto eu tirei uma pequena dose em você, que você deve ter achado que era um mosquito qualquer certo? –dizia Black num tom frio que fez Marika ficar cada vez mais assustada.
-Você esta totalmente certo sobre a picada e de meus pais e eu não sermos da cidade. –dizia Marika simplesmente tentando recuar com as suas palavras.
-E pelo que eu pude sentir vc era espancada por sua mãe e abusada pelo seu pai.
-Como você sabe disso!? –diz Marika com uma cara de surpresa.
-Simples da pra ver uns roxos no seu corpo, e pelo jeito que você se comportou hoje parecia que sentia falta de alguma coisa. –Marika ficava sem reação, e Black continuava. –E você pelo visto é japonesa pela foto que tem aqui, ninguém da Inglaterra luta assim com esse estilo de luta com espada.
-Eu aprendi quando mais nova antes de vir para a Inglaterra.
-E agora o final,o sangue da parede é seu você escrevou antes de matar eles, e com uma espada modificada, porque parece que foi serrado os corpos deles.Mas uma pergunta não quer calar, porque você matou eles agora? –perguntava Black agora simplesmente olhando diretamente para Marika. Mas Marika abaixa a cabeça.
-Bem você esta certo em tudo eu sou realmente Alice do sangue negro, eu apanhava da minha mãe adotiva por ser bonita e que fazia o meu pai me querer, pra fazer coisas pevertidas, e tinha uma coisas que eles não sabiam, não sou uma menina delicada, e qualquer. –Marika começa a tirar a blusa dela.
-O que você esta fazendo?
-Você sabia? Que existem humanos que tem poderes? –perguntava Marika com a cabeça baixa e um sorriso no rosto.
-Sim eu sou um deles. –nesse tom frio fez com que Marika olhasse diretamente a Black com o rosto vermelho e um sorriso.
-Então não ira se assustar se eu fazer isso. –Marika coloca a mão sobre o seu ombro, e o perfura com a propria mão, Black reparou que escorria sangue negro dela. Logo em seguida ela estava retirando do seu ombro o que parecia um cabo de uma espada quando ela retira por completo parecia como um bastão.
-Então você matou os seus pais com isso? –perguntava Black calmo como sempre.
-Foi sim mas não esta completo. Até agora. –o bastão que Marika segurava se trasformou em uma espada que era o dobro de tamanho dela. –Preparado Blackzinho?
-Então o seu poder é esse? Parece que na lamina da espada se tem serrinhas.-dizinha Black analisando a lamina a distancia.
-E não é só isso. –de algum jeito as serrar começaram a fazer barulho e elas se moviam rapidamente como se fosse uma serra eletrica. –Você é muito lindo mas tem que morrer porque sabe de muita coisa adeus Blackzinho.
Marika corria em direção de Black, com sua espada passando pela barriga de Black,mas pra sua surpesa Black tinha agachado oq ela tinha cortado ela o sobretudo que ele usava.Black deitado no chão pega a sua arma e começa a atirar em direção de Marika.
-Aonde você esta atirando? -gritava Marika.
-Para a porta para conseguirmos resolver isso rápido! –gritava Black enquanto ainda atirava. –Tiro do dragão!
“Pequenos detalhes fazem a diferença em tudo, uma historia bem contada significa que a pessoa é um contador de historias, ou um mentiroso, mas em todas as historias contadas sempre a um pequeno erro.Esse foi o da Alice”
sexta-feira, 27 de maio de 2011
segunda-feira, 16 de maio de 2011
6°)Alice do Sangue Negro
“O que faz uma pessoa cometer um crime e pensar que ira sair sem punição? Por que uma pessoa iria matar um casal inocente mas deixar sua filha viva? O mundo é cheio de dúvidas.”
Black começa a se levantar vagarosamente do canto da sala onde estavam os corpos decapitados dos pais de Marika. Ele foi caminhando lentamente até chegar perto da lareira da casa que ele vê uma foto, nela estava Marika treinando o que parecia uma luta de espadas. Logo em seguida Black sai da casa olhando pela ultima vez pra os corpos e diz num tom mais triste possível.
-Eu sei que vocês sofreram muito, ainda mais de quem matou vocês, vocês deveriam estar além de ter medo ter chorado até ultima lagrima. Não se preocupem, pois eu logo estarei fazendo com que a pessoa responsável pague pelo que fez, adeus. –Black foi logo a pensão de Rok, no meio do caminho ele via as pessoas ainda felizes com o festival, pois ainda não sabiam sobre o crime cometido.
Ao chegar novamente na pensão ele começa a por sua mão na maçaneta, ele repara que esta sendo observado por alguém mas continua entrar na pensão, logo em seguida ele repara que estava num silencio a pensão que não se ouvia nenhum barulho, Black olha para o relógio e vê que não passava das dez da manhã, até que ele escuta um barulho que vinha do seu quarto que havia ganhado. Ele sai correndo até que vê Marika simplesmente ali deitada no chão que parece que tinha caído.
-Você esta bem? –perguntava Black enquanto se ajoelhava para tentar ajudar a Marika a se levantar.
-Estou sim eu sou apenas distraída, hehehehe. –respondia Marika com um sorriso no rosto, mas no rosto de Black estava serio. –Me diz senhor Black Moon,você passou um noite confortável?
-Eu dormi como posso dizer normal, eu dormir perto dos corpos de seus pais. –disse Black num tom que fez com que a Marika, simplesmente abaixa a cabeça e da um sorriso mas quando elevanta a cabeça fez uma cara de pena.
-Por que você fez isso?
-Bem porque eu vi os meus pais serem mortos na minha frente quando eu tinha sete anos, depois de uma garota que eu amava, acordei ao lado dela e ela estava morta também. Por isso eu não ligo.
-Nossa senhor Black ...
-Não me chame assim eu são sou velho assim. –respondia Black num tom serio enquanto acabou de ajudar Marika a se levantar, mas no rosto de Marika havia simplesmente um sorriso que se parecia feliz.
-E quantos anos você possui então?
-Dezessete.
-Você é mais velho que eu sim eu só possuo quinze.
-Bem aonde esta todo mundo, quando eu cheguei não havia ninguém aqui. –perguntava Black enquanto estava na porta com a mão na maçaneta girando para poder abrir.
-Devem estar na igreja essa hora, pois eles eram os únicos que viram o que aconteceu ontem, devem ter ido ao padre pedir para rezar pra eles descascarem bem. Mas mudando de assunto Blackzinho. –dizia Maria enquanto caminhava até a porta, Black só conseguia ouvir os seus passos, pois ele se encontrava de costas.
-Blackzinho? Você só pode estar de brincadeira Marika. –com essas palavras Black começar a abrir a porta, até que Marika a fecha com sua mão direita,e vira Black e o começa a encarar.
-Blackzinho eu ti vi chegando em ‘Rosh Ville’ e reparei que você era diferente de todos com quem eu já conheci, nessa vila pequena. –dizia Marika lambendo os lábios. –Você tem um jeito diferente, uma vida única, uma historia que faz se interessar por você.
-Você conseguiu reparar isso tudo quando me viu simplesmente enquanto estava parada na frente da loja dos seus pais na hora que eu cheguei na vila.
-Você nem imagina o quanto eu te observei .-no rosto de Marika os seus olhos estavam parecendo que estava sentindo prazer, enquanto conversava com Black se aproximando seu rosto cada vez mais.
-Black Moon você está ai? –Marika e Black escutaram uma voz que vinha do salão de entrada da pensão.
-Quem poderia esta estragando um momento tão bom como esse, eu juro que ele ira pagar por isso. –pensava Marika.
-Já vou. –respondeu Black. –Será que você pode deixar eu descer para ver quem me chama?
-Claro que sim.
Black repare que nos olhos de Marika estavam com raiva de alguma coisa, mas ele continuou indo em direção ao salão de entrada para ver quem o chama, por mais incrível que podia ser Marika o seguia tentando não ser vista, mas Black já sabia que ela o seguia mesmo assim ele continuou a seguir o seu caminho indo em direção do padre da cidade que estava lá o procurando.
Marika tentava de tudo para ouvir o que os dois conversavam mas não conseguiu até que Black e o padre saem da pensão e vão pra algum lugar, Marika começa a correr para ver aonde eles estavam indo. E ela os segue até chegar na festa aonde Black se sentou numa mesa com Rok e suas filhas até a noitecer, logo em seguida ele vai direto para a casa de Marika. Ao chegar lá ela abre a porta, logo em seguida Marika entra também .
-Marika não esta na hora de você parar de me seguir? –falava Black enquanto ele estava sentado na cadeira, que estava diretamente posicionada de frente a porta de entrada por onde Marika entrou.
-Bem eu só queria saber mesmo se você estava bem acomodado.
-Marika ou melhor Alice, não seria melhor você me explicar por que você matou os pais? –perguntava Black com uma cara seria.
-Alice? Você ta achando que eu sou Alice do sangue negro? E Matei os meus pais? –argumentava Marika com uma cara de pavor.
-Ora vamos você pode falar, pois eu já sei de tudo só não sei de uma coisa porque você matou os seus pais. –dizia Black enquanto se levantava e ia em direção de Marika. –A historia que você contou para todos era mentira!
Black começa a se levantar vagarosamente do canto da sala onde estavam os corpos decapitados dos pais de Marika. Ele foi caminhando lentamente até chegar perto da lareira da casa que ele vê uma foto, nela estava Marika treinando o que parecia uma luta de espadas. Logo em seguida Black sai da casa olhando pela ultima vez pra os corpos e diz num tom mais triste possível.
-Eu sei que vocês sofreram muito, ainda mais de quem matou vocês, vocês deveriam estar além de ter medo ter chorado até ultima lagrima. Não se preocupem, pois eu logo estarei fazendo com que a pessoa responsável pague pelo que fez, adeus. –Black foi logo a pensão de Rok, no meio do caminho ele via as pessoas ainda felizes com o festival, pois ainda não sabiam sobre o crime cometido.
Ao chegar novamente na pensão ele começa a por sua mão na maçaneta, ele repara que esta sendo observado por alguém mas continua entrar na pensão, logo em seguida ele repara que estava num silencio a pensão que não se ouvia nenhum barulho, Black olha para o relógio e vê que não passava das dez da manhã, até que ele escuta um barulho que vinha do seu quarto que havia ganhado. Ele sai correndo até que vê Marika simplesmente ali deitada no chão que parece que tinha caído.
-Você esta bem? –perguntava Black enquanto se ajoelhava para tentar ajudar a Marika a se levantar.
-Estou sim eu sou apenas distraída, hehehehe. –respondia Marika com um sorriso no rosto, mas no rosto de Black estava serio. –Me diz senhor Black Moon,você passou um noite confortável?
-Eu dormi como posso dizer normal, eu dormir perto dos corpos de seus pais. –disse Black num tom que fez com que a Marika, simplesmente abaixa a cabeça e da um sorriso mas quando elevanta a cabeça fez uma cara de pena.
-Por que você fez isso?
-Bem porque eu vi os meus pais serem mortos na minha frente quando eu tinha sete anos, depois de uma garota que eu amava, acordei ao lado dela e ela estava morta também. Por isso eu não ligo.
-Nossa senhor Black ...
-Não me chame assim eu são sou velho assim. –respondia Black num tom serio enquanto acabou de ajudar Marika a se levantar, mas no rosto de Marika havia simplesmente um sorriso que se parecia feliz.
-E quantos anos você possui então?
-Dezessete.
-Você é mais velho que eu sim eu só possuo quinze.
-Bem aonde esta todo mundo, quando eu cheguei não havia ninguém aqui. –perguntava Black enquanto estava na porta com a mão na maçaneta girando para poder abrir.
-Devem estar na igreja essa hora, pois eles eram os únicos que viram o que aconteceu ontem, devem ter ido ao padre pedir para rezar pra eles descascarem bem. Mas mudando de assunto Blackzinho. –dizia Maria enquanto caminhava até a porta, Black só conseguia ouvir os seus passos, pois ele se encontrava de costas.
-Blackzinho? Você só pode estar de brincadeira Marika. –com essas palavras Black começar a abrir a porta, até que Marika a fecha com sua mão direita,e vira Black e o começa a encarar.
-Blackzinho eu ti vi chegando em ‘Rosh Ville’ e reparei que você era diferente de todos com quem eu já conheci, nessa vila pequena. –dizia Marika lambendo os lábios. –Você tem um jeito diferente, uma vida única, uma historia que faz se interessar por você.
-Você conseguiu reparar isso tudo quando me viu simplesmente enquanto estava parada na frente da loja dos seus pais na hora que eu cheguei na vila.
-Você nem imagina o quanto eu te observei .-no rosto de Marika os seus olhos estavam parecendo que estava sentindo prazer, enquanto conversava com Black se aproximando seu rosto cada vez mais.
-Black Moon você está ai? –Marika e Black escutaram uma voz que vinha do salão de entrada da pensão.
-Quem poderia esta estragando um momento tão bom como esse, eu juro que ele ira pagar por isso. –pensava Marika.
-Já vou. –respondeu Black. –Será que você pode deixar eu descer para ver quem me chama?
-Claro que sim.
Black repare que nos olhos de Marika estavam com raiva de alguma coisa, mas ele continuou indo em direção ao salão de entrada para ver quem o chama, por mais incrível que podia ser Marika o seguia tentando não ser vista, mas Black já sabia que ela o seguia mesmo assim ele continuou a seguir o seu caminho indo em direção do padre da cidade que estava lá o procurando.
Marika tentava de tudo para ouvir o que os dois conversavam mas não conseguiu até que Black e o padre saem da pensão e vão pra algum lugar, Marika começa a correr para ver aonde eles estavam indo. E ela os segue até chegar na festa aonde Black se sentou numa mesa com Rok e suas filhas até a noitecer, logo em seguida ele vai direto para a casa de Marika. Ao chegar lá ela abre a porta, logo em seguida Marika entra também .
-Marika não esta na hora de você parar de me seguir? –falava Black enquanto ele estava sentado na cadeira, que estava diretamente posicionada de frente a porta de entrada por onde Marika entrou.
-Bem eu só queria saber mesmo se você estava bem acomodado.
-Marika ou melhor Alice, não seria melhor você me explicar por que você matou os pais? –perguntava Black com uma cara seria.
-Alice? Você ta achando que eu sou Alice do sangue negro? E Matei os meus pais? –argumentava Marika com uma cara de pavor.
-Ora vamos você pode falar, pois eu já sei de tudo só não sei de uma coisa porque você matou os seus pais. –dizia Black enquanto se levantava e ia em direção de Marika. –A historia que você contou para todos era mentira!
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